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Ossadas de primas que desapareceram no Paraná são liberadas e família vela vítimas cinco meses após início das buscas

Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida. Reprodução/Redes sociais As ossadas das primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, a...

Ossadas de primas que desapareceram no Paraná são liberadas e família vela vítimas cinco meses após início das buscas
Ossadas de primas que desapareceram no Paraná são liberadas e família vela vítimas cinco meses após início das buscas (Foto: Reprodução)

Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida. Reprodução/Redes sociais As ossadas das primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida, ambas de 18 anos, foram liberadas para sepultamento nesta quinta-feira (1°), pela Polícia Científica. O enterro acontece mais de cinco meses após o desaparecimento delas. As duas desapareceram em 21 de abril, data em que a polícia acredita que ambas foram assassinadas por Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, após deixarem uma boate em Paranavaí, no Noroeste do Paraná. Os três estavam juntos porque Letycia conhecia o homem de festas anteriores e tinha aceitado sair novamente com ele. Letycia foi enterrada em Cianorte, cidade em que morava. Já Stella, no município de Jussara. ✅ Siga o canal do g1 Maringá e Região no WhatsApp Os vestígios das primas foram encontrados em uma área rural próxima a Paraíso do Norte, em 21 de agosto. Neste dia, Clayton foi morto em uma abordagem policial, em Mandaguari, e um segundo suspeito de envolvimento no caso, identificado pela polícia apenas como "Magrão", foi preso. Foi este homem que indicou aos policiais o local em que deviam procurar os restos mortais das jovens. Suspeito leva policiais ao local em que ossadas estavam enterradas no Paraná Primas foram assassinadas logo após saírem de boate com principal suspeito, diz polícia Em 27 de agosto, o delegado Luís Fernando Alves, da Polícia Civil (PC-PR), confirmou que as ossadas eram das vítimas. A identificação, conforme a polícia, foi realizada por meio de arcos dentais. A análise também identificou indícios de morte violenta. Conforme a PCPR, o inquérito do caso deve ser finalizado durante o mês de outubro. Leia também: Investigação: Cachorro comunitário morre após ser baleado por PM Cárcere: Homem viaja 443 km para comprar carro e acaba em cárcere privado após se recusar a transportar droga Filha pediu ajuda em escola: Homem é preso por manter companheira em cárcere privado por 2 anos no PR Linha do tempo do caso 📆22h39 de 20 de abril: as jovens são vistas saindo de Cianorte na caminhonete com Clayton – que Letycia conhecia pelo nome de "Davi". Uma amiga das jovens disse em depoimento à polícia que as primas tinham sido chamadas pelo homem para irem a uma festa na cidade de Porto Rico. A amiga decidiu não ir, mas Letycia e Sttela aceitaram o convite. A polícia apurou que eles partiram da casa de Letycia. Esta foi a última vez que a jovem se conectou à internet, porque ela não tinha pacote de dados móveis, segundo a corporação. 🕝22h54: a mesma caminhonete é filmada por câmeras de segurança entrando na cidade de Jussara, onde Sttela mora com a mãe. A jovem foi até a casa para pegar uma mochila. A mãe não estava no imóvel. Confira as imagens abaixo: Câmera registrou primas saindo em caminhonete com suspeito, antes de desaparecimento 🕝22h55: Sttela fez uma publicação nas redes sociais e marcou Letycia. Na imagem ela aparece com uma garrafa de uísque e há música dentro da caminhonete. A publicação continha a legenda "Qual será o nosso destino KKKK". 🕝23h13: o trio sai de Jussara e viaja sentido a Maringá, pela rodovia PR-323. 📆00h16 de 21 de abril: Sttela faz a segunda e última publicação no trevo entre Presidente Castelo Branco e Nova Esperança. Clayton aparece na imagem, mas somente Letycia tem o perfil mencionado na postagem. 🕝1h10: Stella, Letycia e Clayton são filmados em uma boate de Paranavaí. Por volta da 1h10, o trio aparece entrando na festa. Lá dentro, as primas foram filmadas andando, de mãos dadas. Depois, Clayton também é gravado com elas. Veja abaixo: Primas desaparecidas no Paraná: imagens confirmam que jovens foram à boate com suspeito 🕝3h17: última vez que Sttela se conectou à internet. A informação foi apurada por meio de um pedido emergencial de quebra de sigilo do WhatsApp. 📆Entre 22 e 23 de abril: Clayton volta sozinho a Cianorte. De acordo com a investigação, ele estava sem a caminhonete e saiu da cidade novamente usando uma moto e sem celular. 🕝9h de 23 de abril: última vez em que Clayton se conecta à internet. 📆24 de abril: polícia descobre que há registro de que o homem tenha passado por Maringá. 📆29 de abril: é expedido o mandado de prisão contra Clayton, pelos crimes de roubo e homicídio. Ele é considerado foragido desde então. Polícia divulgou imagens do suspeito, identificado como Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos. Polícia Civil (PC-PR) 📆15 de maio: mulher apontada como ex-namorada de Clayton é presa em uma operação da Polícia Civil, suspeita de dar apoio financeiro e logístico ao homem nos desaparecimentos das jovens. 📆15 de junho: polícia faz buscas por pistas na área rural de Paraíso do Norte. 📆21 de agosto: Clayton é morto em uma abordagem da polícia em Mandaguari, e outro suspeito é preso em Umuarama. No mesmo dia, as ossadas são encontradas. Buscas por primas desaparecidas foram feitas na área rural de Paraíso do Norte, no Paraná. Polícia Civil (PC-PR) Vídeos mais assistidos do g1 Paraná: Leia mais notícias no g1 Paraná

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